Quais as diferenças entre Corretora de Câmbio, Correspondente Cambial e Casa de Câmbio?

Seja para viajar ou realizar transações internacionais, é necessário o apoio de especialistas para que todas as operações, envolvendo taxas e trâmites, sejam realizadas de forma correta e com segurança. Em operações como essas, surge a dúvida de qual a melhor escolha para dar sequência ao planejamento. Afinal, existem diferenças entre Corretora de Câmbio, Correspondente Cambial e Casa de Câmbio? 

O que é câmbio?

Trocar moedas entre diferentes países e nacionalidades: esta é a melhor definição para câmbio. Entretanto, o câmbio não se resume a apenas trocar dinheiro. A ação também contempla a conversão de uma moeda para outra e do quanto de dinheiro de um determinado país é necessário para a compra da moeda utilizada em outro.

Entre as principais moedas utilizadas para as transações financeiras, podemos destacar o dólar, porém o câmbio é válido para qualquer moeda existente, passando pelo euro, peso e também real. 

Além disso, é importante entender mais alguns pontos antes de falarmos sobre Corretora de Câmbio, Correspondente Cambial e Casa de Câmbio: é necessário compreender o que é regime cambial, os tipos e como eles se diferenciam.

O regime cambial, também conhecido como sistema cambial, é um conjunto de regras e acordos que definem como serão realizadas as transações financeiras entre países, independente da localidade e idioma. 

Câmbio turismo, como o próprio nome diz, é utilizado para a compra e venda de moedas nas viagens internacionais com finalidade de lazer.

Já o comercial é utilizado nas ações entre negócios, que envolvam exportações, importações e também transferências financeiras. 

Regimes cambiais: o que é necessário saber

O regime cambial é uma regra estabelecida pelo Banco Central do Brasil, responsável pelo real e também pelas trocas de moedas entre residentes e não residentes do país. Para além, existem tipos de câmbios que impactam diretamente nos negócios. Entre eles podemos destacar: 

1 – Câmbio de Flutuação Administrada

Esse é o mais comum no Brasil e é referente a valorização ou desvalorização do real perante às demais moedas em circulação. Um bom exemplo é a relação com a compra do euro. Se mais pessoas compram euro, o valor da moeda aumenta em relação ao real, ficando mais valorizada e mais cara na compra. 

2 – Câmbio Fixo

No Câmbio Fixo, o principal objetivo é manter a taxa de câmbio sem variações com as outras moedas, com a cotação sempre em um valor fixo independente do dia de aquisição da moeda estrangeira. Em exemplo, com o Câmbio Fixo, o real e o dólar ficariam equivalentes em seus valores. 

3 – Câmbio Flutuante

Já no Flutuante, o Estado não faz nenhum tipo de intervenção, com a moeda seguindo apenas o mercado e os valores por ele estabelecidos. 

4 – Câmbio Misto

Enquanto isso, o Misto pressupõe variações no preço da moeda em relação às demais, mas sempre dentro de uma métrica estabelecida pelo Banco Central.

Para tratar dos procedimentos que envolvem o câmbio, existem três áreas aptas para o trabalho: a Corretora de Câmbio, o Correspondente Cambial e a Casa de Câmbio.

Diante dessa pluralidade, surgem dúvidas de qual o melhor serviço a ser contratado,  as diferenças e finalidades que compõem os profissionais. Pensando nisso, trouxemos as principais distinções entre cada um. Confira! 

Corretora de Câmbio

Para uma viagem internacional, ter a moeda do outro país é essencial para os gastos, esses que incluem compras, comidas, bebidas e atrações. Para viagens com essas funcionalidades, a Corretora de Câmbio entra em pauta.

Esses locais são responsáveis por intermediar que clientes realizem a compra e venda das moedas estrangeiras, atuando nos envios e recebimentos de quantias para outros países, nos processos de importações, exportações e remessas com valores de até US$10 mil dólares. 

Casas de Câmbio

As Casas de Câmbio são locais onde é possível realizar a troca do dinheiro “vivo”, em espécie, sem as cobranças das taxas. Conhecias também como Exchange, essas organizações são mais baratas que os bancos, mas também possuem maior variação entre valores, dependendo da localidade e procura. 

Correspondente Cambial 

Esse modelo, que é mais novo no mercado, facilita aos turistas que querem adquirir moedas sem grandes burocracias, mas com transparência. O correspondente cambial é um especialista que facilita o acesso à compra das moedas e também fica mais acessível aos consumidores, geralmente alocado nos hotéis ou agências de turismo.

Entretanto, o valor para as transações é de até US$3 mil dólares, contando com a facilidade de ser possível conseguir taxas mais baixas ao qual o profissional atua. 

Existem inúmeras alternativas no mercado, como as que citamos acima, que apoiam empresas e consumidores a realizarem a compra e venda de moedas estrangeiras.

É importante contar com  profissionais credenciados e regulamentados, que seguem as diretrizes do Banco Central do Brasil e atuam de forma assertiva para que a experiência seja satisfatória e fácil para empresários e turistas. 

Saiba mais sobre esse e outros assuntos em nossa aba de Insigths.

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